E o deserto florescerá!

E o deserto florescerá!

segunda-feira, 9 de junho de 2014

RAÍZES E LIBERDADE

“Sai de tua terra, do meio de teus parentes, da casa de teu pai e vai para a terra que te mostrarei” (Gn 12,1).
   
    Muitas vezes para realizar sua obra de amor e salvação em nós e através de nós, Deus precisa nos transplantar. Quer dizer que, como Ele fez com Abraão, precisa nos tirar de nossa terra, do meio familiar, e nos levar para terras distantes num projeto de amor e salvação para nós, e para nos usar como instrumento em suas mãos. 

    Às vezes isto é necessário, pois do contrário ficaríamos muito apegados às nossas coisas, nossos projetos e às pessoas queridas. Apegados à mesmice da vida, sem oportunidade de abrir a mente e o coração para a vontade do Senhor para nós. Apegamos-nos a limites estreitos demais, a um mundo pequeno...

     Como fez Abraão quando ouviu o chamado de Deus, o que importa é seguir Jesus sem olhar para trás, mas sem se esquecer de suas raízes. Fincados na terra de origem como base para nos lançarmos nos braços do Absoluto, pois foi lá que o Senhor nos chamou à vida, em uma família, em um tempo e lugar concreto da história. Jesus nunca deixou de ser reconhecido como Jesus de Nazaré, o filho do carpinteiro. Nós também precisamos ser reconhecidos, trazer em nós, cultivar e apresentar ao Senhor nossa família, nossas raízes, para sermos curados. Quanto mais me ligo sem apego, mais cresce o amor e a liberdade.

    Assim, consciente e em paz com nossas raízes podemos ser livres para seguir o Senhor com alegria. Quando compreendemos o projeto de Deus para nossa vida, tudo se encaixa, e vemos que tudo o que nos aconteceu e acontece – mesmo os erros e sofrimentos – contribuiu e contribui para o nosso bem no projeto de amor do Pai.

       Senhor, trago na sua presença as minhas raízes, minha árvore genealógica, todos os meus antepassados que me fizeram ser quem sou. Cura Senhor, os relacionamentos familiares, peço esta cura não só para mim, mas para todos os membros da minha família. Que na vida e no coração de todos eles seja abundante tua graça e paz. Que possamos viver reconciliados com o Senhor, conosco mesmo, com os familiares, com as pessoas e com a natureza. Realiza em todos nós seu projeto de vida e amor. Dá-nos força, alegria e esperança, para testemunharmos o teu amor e misericórdia, que experimentamos mesmo em meio as contradições, incoerências, pecados, perdas e desacertos da nossa vida. Amém.

sexta-feira, 30 de maio de 2014

O PAI NOS PROCURA

"Mas o Senhor Deus chamou o homem e perguntou: ‘Onde estás?’ E este respondeu: ‘Ouvi teus passos no jardim. Fiquei com medo, porque estava nu, e me escondi’.” (Gn 3,9)

       Como uma criança que se solta da mão da mãe ou do pai no meio da multidão e se perde... é assim que nos sentimos em meio à agitação, e violência do mundo. Perdidos como criança no meio da multidão, buscamos um rosto conhecido, mas todos nos são estranhos. Que alívio, que alegria, que conforto e amparo, sentimos quando somos encontrados. 
    
     Assim somos nós quando nos afastamos de Deus, nosso Pai/Mãe. Afastamos por opção própria ou por não conhecê-lo. Quantos batizados não experimentam o amor do Pai, a salvação em Jesus, a consolação do Espírito Santo. Vivem assim porque não se interessam ou porque não receberam o anúncio, o querigma, verdadeiro. Como crianças num mundo hostil, temos medo, sentimos carência de amor, ficamos ansiosos, tristes e estressados. Esta situação pode nos levar a diversas doenças físicas e psíquicas.
Adão, onde estás?”
      
     Muito antes de sermos gerados no ventre materno fomos gerados no amor do Pai. Quando nos afastamos o Pai nos busca como buscou a Adão na aurora da criação. Adão sentiu nedo porque estava nu. Muitas vezes fugimos e nos escondemos de Deus por causa da nossa nudez, do nosso pecado. Não compreendemos, não aceitamos, o amor apaixonado do Senhor, que não se cansa de perdoar.

      Refletimos na criança que se perdeu na multidão. Pensemos agora na mãe, no pai, que perdeu o seu filho. Quanta angustia...mais do que tudo a mãe, o pai, deseja ver o rosto do filho perdido. Com anseio muito maior que uma mãe ou pai humano, Deus Pai nos busca, vem ao nosso encontro, nos chama: filha, filho, onde estás? E quando ouvimos a sua voz e nos voltamos para Ele, nos deixamos encontrar... a mente humana não pode compreender a imensidão do amor e da alegria de Deus por encontrar a filha, o filho perdido. Jesus diz que “ haverá festa no céu”. Se o céu já é uma festa, como será uma festa no céu? S. Paulo nos fala:

 “Nem o olho viu, nem o ouvido ouviu, nem jamais penetrou no coração humano o que Deus preparou para os que o amam” (2Cor 2,9).

Senhor, Pai de amor e misericórdia, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo.
Que busca os filhos perdidos com infinita ternura. 
Sua voz ressoa no mais profundo do nosso ser; 
nos chama: filha, filho. 
Temos medo, Pai, pois somos pecadores, o pecado nos afasta de Vós. 
Pai, que sua voz nos chamando ressoe no nosso coração, vontade e liberdade. 
Que nos deixemos encontrar pelo Senhor, fonte da vida, que tudo perdoa e cura. 
Que o Espírito de seu Filho clame em nossos corações: Abba, Pai. 
Amém


segunda-feira, 19 de maio de 2014

O TEMPLO INTERIOR

Ao entrar no Templo, começou a expulsar os vendedores e disse: Está escrito: Minha casa será casa de oração, mas vós fizestes dela um covil de ladrões”. (Lc 19,45-46)

       Nesse texto Jesus expulsou os vendedores que profanavam o Templo com seu comércio. Nós somos o templo de Deus e muitas vezes profanamos ou permitimos que profanem nosso templo. No mais profundo do nosso ser há um templo interior, morada de Deus, local de adoração, onde somos saudáveis, onde sou verdadeiramente eu mesma. Este lugar é o meu coração, onde tomo as decisões mais profundas, lugar da fé, sacrário da alma, onde Deus habita.  

     Nosso templo interior, o ser profundo, foi purificado, santificado, no batismo. Se tornou casa de Deus, morada do Altíssimo, lugar de oração. Só eu, só você, tem a chave deste templo – o Senhor me confiou o cuidado dele. Mas quantas vezes abri as portas para os “pagãos” – pessoas que não o respeitaram, o profanaram, saíram e deixaram tudo revirado, roubaram algumas coisas, destruíram outras...

      Muitas vezes o Senhor mostrou-me que meu templo interior estava assim e pediu-me para fechar as portas, para recolher-me com Ele deixando-o curar o que foi ferido, arrumar o que foi desarrumado...

      Outras vezes abri a porta para o maligno, não vigiei, permiti que o tentador viesse colocar maus pensamentos que se tornaram sentimentos e ações.

   O Senhor nos pede vigilância sobre o nosso templo interior. Nele não pode haver ídolos, vendilhões ou profanadores – espirituais, emocionais, afetivos. Nele só pode reinar um Senhor:
“Que entre o rei da glória” (Sl 24,7).

Vem Senhor Jesus, Rei da glória, tome posse do lugar que é teu por direito. Fui comprada por um alto preço: o seu sangue. Fui purificada nas águas do batismo; regenerada pelo Espírito Santo. Eu pertenço a vós, Senhor. Dá-me sabedoria e discernimento para zelar pelo meu templo interior. Amém

domingo, 4 de maio de 2014

CHAGAS DE CRISTO, NOSSAS CHAGAS

    “Dito isto, mostrou-lhes as mãos e o lado. Os discípulos se alegraram ao ver o Senhor” (Jo 20,20).
   
Imagem da internet
 Quando Cristo ressuscitado apareceu aos discípulos mostrou as suas chagas, os sinais de sua crucifixão, para provar que era Ele mesmo. Jesus ressuscitado tinha uma aparência diferente, tanto que os discípulos custavam a reconhecê-lo, mas trazia em seu corpo glorioso o sinal das suas chagas. O Senhor ressuscitado é o crucificado!

    Também nós carregamos nossa cruz. A cruz dos sofrimentos, desamor, perdas, traumas, doenças, pecados, vícios... Às vezes ela se torna pesada, difícil de levar... em outros tempos ela se torna mais leve. Todos nós carregamos a cruz, mas o ser humano não foi criado para o sofrimento, por isto não aguentamos viver só na angústia, tristeza ou desespero. Então, mesmo no tempo em que a cruz se torna muito pesada a luz insiste em brilhar em nós; mesmo em meio aos sofrimentos temos alguma alegria, pois, se assim não fosse não aguentaríamos.

     Tudo o que nos aconteceu ou acontece nos marca, fica gravado em nós - marca nosso corpo e nossa alma. Se somos feridos no corpo quando a ferida é curada fica a cicatriz; assim também acontece com as feridas da alma: o Senhor nos cura, mas fica a cicatriz. Carregamos durante toda a vida os sinais das nossas chagas. E no dia eterno, quando ressuscitarmos definitivamente traremos em nós as marcas das nossas chagas, e poderemos dizer como o Senhor: “Vede minhas mãos e pés; sou eu mesmo!” (Lc 24,39).

     Mas, se trazemos em nós as marcas da cruz trazemos também as marcas do amor de Deus. E o amor é mais forte que qualquer sofrimento. Só o amor cura nossas feridas. O amor de Deus e o amor das pessoas. Por isto somos chamados a participar da missão curadora de Jesus. Jesus nos cura e nos envia para  sermos ministros de cura para os irmãos. Por amor.

    O Senhor nos convida a tomar nossa cruz e segui-lo decididamente. Ele ressuscitou, é o vencedor da morte, do pecado e do maligno. Se cremos em Jesus também nós ressuscitaremos com Ele para a glória de Deus Pai.

Ó Cristo ressuscitado, rei da glória! Cura as nossas feridas. Faz-nos renascer pelo Espírito Santo. Renova em nós todas as graças do batismo. Dá-nos a alegria da filiação divina, da força e consolação do Espírito Santo, da pertença à Igreja... Renova em nós a fé, a esperança e o amor. Amém.

“Vós me ensinais vosso caminho para a vida; 
junto de vós felicidade sem limites, 
delícia eterna e alegria ao vosso lado!” 
Sl 16(15),11

domingo, 27 de abril de 2014

ESTAÇÕES DA VIDA

“Para tudo há um momento, há um tempo para cada coisa debaixo do céu” . (Ecle 3,1)

       Nas estações do ano a terra respira, descansa, renova, trabalha... assim também vivemos “estações” e nelas precisamos respeitar o ritmo do nosso corpo e da nossa alma. Há dias em que pareço uma criança, estou cheia de energia vital, é primavera/verão em mim. E há outros dias em que me sinto no inverno, preciso fazer como uma lagarta que entra no casulo para se transformar em borboleta. Nestes dias preciso dar tempo ao tempo, recolher-me e deixar-me cuidar por Deus, e cuidar de mim mesma. E há os dias tranquilos de outono quando tudo fica dourado, até a luz do sol tem um tom diferente.

    Graças a Deus por estes tempos – a atividade e as pausas, o fluxo e refluxo da vida. Tempo para o Senhor agir na minha fraqueza.Tempo de balanço: o que valeu a pena em minha vida? O que ainda vale a pena? O que preciso deixar, como a borboleta deixa o seu casulo? À que surpresas de Deus preciso me abrir. Que amizades cultivar? Que amizades deixar? Como orar no hoje da minha vida?
     
   Seja qual for o tempo que você está vivendo hoje, saiba que há uma sombra, um refrigério, sempre a nossa disposição. Encontramos este refrigério quando nos abrigamos no Senhor. Mas para entrarmos nesse lugar de repouso precisamos estar atentos à presença de Deus que nos cobre com sua sombra: 
“Tem compaixão de mim, ó Deus, tem compaixão, porque em ti me refugio e me abrigo à sombra das tuas asas, até que passe o perigo”.
(Sl 57(56),2).

  Experimentar, num dia de sol forte, encontrar uma árvore frondosa e poder descansar da caminhada no abrigo de sua sombra... Prestar atenção e permanecer, mesmo que seja por alguns minutos na presença do Amor que nos cura e renova. O Senhor está sempre disponível, basta prestar atenção a Ele.

Vinde Espírito Santo, mover-se em mim. 
Seja qual for o tempo que estou vivendo, renove minha vida. 
Ó Senhor meu Deus! 
Sou pequena, limitada... 
trago em mim um pouquinho dos dons e bens humanos. 
Só o Senhor é bom, só o Senhor é santo. 
O Senhor é aquele que é. 
Beleza suprema, 
bondade infinita, 
amor eterno. 
Magnífico Deus. 
Trindade Santa que eu adoro.

segunda-feira, 14 de abril de 2014

NOSSA PÁSCOA - 2

Um rio de graça:
“Ele me fez voltar até a entrada do Templo, e eu vi água vertendo por debaixo da soleira do Templo em direção leste, pois a fachada do Templo estava voltada para o leste. A água corria do lado direito do Templo, ao sul do altar. (...) 
Quando o homem saiu em direção leste com uma corda de medir na mão, mediu quinhentos metros e me fez atravessar a água, que chegava até os tornozelos. 
Mediu outros quinhentos metros e me fez atravessar: a água chegava até os joelhos. 
Mediu mais quinhentos metros e me fez atravessar: a água chegava até à cintura. Mediu outros quinhentos metros, e era um rio que eu não podia atravessar. Porque as águas haviam crescido tanto que se tornaram um rio impossível de atravessar, a não ser a nado.” (Ez 47,1.3-5).

      A fonte prodigiosa do Templo é a água que jorrou do Coração de Jesus aberto pela lança (Jo 19,34). O corpo do Senhor é o Templo verdadeiro de onde jorra o rio de água viva. Na cruz o Senhor Jesus se entregou por amor ao Pai, para nossa salvação. Nos comunicou o seu Espírito, nos deu vida nova, nos reconciliou com o Pai (2Cor 5,20), e o Espírito Santo geme em nossos corações com gemidos inefáveis clamando: Abba, Pai (Rm 8,15).
        E o Espírito Santo nos convida a fazermos a experiência do Deus vivo que caminha conosco. Quando dóceis ao Espírito fazemos esta experiência, nossa vida, unida a Jesus Cristo morto e ressuscitado, se torna um mistério pascal.
 
      Pouco a pouco vamos entrando no rio do amor de Deus. Primeiro até os tornozelos... com coragem avançamos um pouco mais e chegamos até os joelhos... aí vemos que é bom e com confiança avançamos até a cintura... até chegarmos as profundezas... o rio que eu não posso atravessar com minhas forças... preciso abandonar-me e ser conduzida pelo Espírito Santo. E é o Espírito Santo mesmo que nos convida: Vem... deixe-se conduzir por mim.

     Quando nos entregamos assim nos braços amorosos do Senhor, encontramos a vida em plenitude. Nossa fome e sede de amor será saciada – o Pai providenciará tudo o que precisamos. E mesmo quando nossa vida se tornar um deserto, por um acontecimento difícil de suportar, haverá no meio do deserto uma fonte perene que é o amor e cuidado de Deus – a água viva do Coração de Jesus, a água viva do Espírito Santo.

“Deus é para nós refúgio e força, um auxílio sempre disponível na angústia.” (Sl 45(45),2)

     Mesmo na provação haverá frutos do Espírito, que servirão de remédio para nós e para as pessoas a nossa volta (cf.Ez 47,12). Esta é a beleza da vida em Cristo! Não importa o que você está passando, posso te garantir: vale a pena, meu irmão, minha irmã.

Senhor, quero ser inteiramente tua. Mais e mais... Leva-me contigo até às águas profundas, onde não dá mais pé. Onde só o teu Espírito poderá me conduzir, assumindo a direção da minha vida. Ó Vem Espírito Santo. Faz da minha vida uma Páscoa – passagem de Deus para o bem da Igreja e do mundo. Amém

sexta-feira, 4 de abril de 2014

FÉ E CONHECIMENTO

 “Até que todos nós cheguemos à unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus, ao estado do homem perfeito, de acordo com a maturidade da plenitude de Cristo” (Ef 4,13).

        Aos que se deixam tocar pelo Senhor, aos que nos quais o Pai reconhece traços do seu Filho, que são mansos nas mãos do Pai, Deus dá a sabedoria do Espírito Santo - o conhecimento da mente de Cristo. Toda a sabedoria e conhecimento pertencem a Cristo Jesus e Ele dá a conhecer a quem dele se aproxima, a quem quer ter a mente de Cristo, ser outro Cristo, se parecer com Ele, ser cristão. 
  

   Ter fé é crer em Jesus Cristo. É reconhecer minha fraqueza e subir a montanha da vida confiando naquele que prometeu, pois Ele é fiel. Fé e obediência são como duas irmãs que caminham juntas de mãos dadas. Minha fé não é verdadeira se não obedeço a vontade de Deus. E como sei que estou obedecendo a vontade de Deus? Obedecendo sua Lei (os mandamentos) e procurando crescer na vivencia das bem- aventuranças (Mt 5,1-12). 

Adoro-Te, ó tesouro de sabedoria, Cristo Jesus, meu Senhor.

       Muitas vezes na vida percorremos caminhos tortuosos, solitários, enganosos, confusos desolados, barulhentos... em busca da sabedoria, do rumo certo para nossa vida. Caminhos que pensávamos ser bom, mas não eram. Muita energia gastamos nesses caminhos e também muito sofrimento – a amarga experiência te tomar consciência da realidade do caminho enganoso.

      Precisamos reconhecer humildemente que temos tendência em enganar-nos no caminho e pedir ao Senhor que nos conduza no caminho certo: “Vê se estou no caminho funesto e conduze-me pelo caminho duradouro” (Sl 139(138),24).

        Podemos visualizar o caminho correto nesta imagem: de um lado deste caminho há flores, simbolizando a alegria da vida em Cristo, mesmo com tribulações. Do outro lado há um campo verde simbolizando a responsabilidade, a labuta diária. Precisamos crer e fazer. A certeza é que nunca estamos sós neste caminho: “Pois aos seus anjos dará ordens a teu respeito, para que te guardem em todos os teus caminhos” (Sl 91(90),11).

        Se o salmo diz que o Senhor me guarda em todos os meus caminhos é porque mesmo quando tomei o caminho enganoso, mesmo sem saber eu buscava a Deus e Ele me guardou e dirigiu os meus passos até encontrar o caminho reto.

     Senhor dá-me conhecimento da minha fraqueza e da fraqueza do meu próximo, pois todos somos pecadores. Jesus dá-me um coração semelhante ao vosso, um coração compassivo e misericordioso. Dá-me Senhor, a graça de me olhar e olhar o meu próximo com o teu olhar. Ó bondoso Senhor, dá-me compaixão por mim mesma e pelo meu próximo. Dá-me fidelidade e amor a vós, meu Deus. Dá-me coragem, fortaleza, inspiração para bem viver, em tudo te agradando. Põe meu coração no teu e teu Coração no meu, me unindo a vós, meu Senhor e meu Deus. Amém.